Uma presença que parece possível tocar ao estender a mão. “Flesh Impact”, cujo título vem de um famoso elogio de Billy Wilder, parte de uma hipótese. Agora, no centenário de seu nascimento, como seria Marilyn Monroe se estivesse viva? Com Ellen Burstyn e Dakota Johnson interpretando Monroe na velhice e na juventude, o filme reconstitui sua vida no formato de uma audição. À medida que acompanhamos a história que se desenrola no palco, as memórias táteis da infância se conectam à imagem da estrela que todos viriam a desejar, e logo nos deixamos envolver pela figura que descreve, com uma ironia dissimulada, o processo pelo qual essa imagem foi vendida. Quando as Monroes de diferentes idades se sobrepõem na tela, o retrato da atriz que se tornou uma lenda revive com vivacidade através do tempo. Brilha a direção de Maggie Gyllenhaal, que, em vez de desenterrar a “verdadeira Monroe” por trás da imagem, devolve a ela, pelo cinema, o tempo que não pôde viver e reescreve o mito da estrela como uma atuação no presente.
Nota da programação por HAM YoonjeongTraduzido por IA
Fotos do filme(2)
Sessões(1)
qua., 07/10
15:3017:48
Sala Média do Centro de Cinema de Busan
010GVKE, Legendas em coreano + legendas ou diálogos em inglês
Maggie Gyllenhaal é atriz, diretora, produtora e roteirista indicada ao Oscar. Deixou uma impressão duradoura com suas atuações em filmes como “Donnie Darko” (2001), “Secretária” (2002) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008). Estreou na direção de longas-metragens com “A Filha Perdida” (2021), adaptado do romance de Elena Ferrante, conquistando o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cinema de Veneza e o prêmio do DGA de Melhor Direção em Primeiro Longa-Metragem. Posteriormente, dirigiu seu segundo longa, “A Noiva!” (2026).
Traduzido por IA
De Festival Internacional de Cinema de Busan 2026, Nº 31